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Como Proteger da Bronquiolite (VSR)

Prevenção do vírus sincicial respiratório

Conteúdo informativo, em linguagem acessível, para orientar o cuidado do seu filho. Não substitui a consulta nem a orientação do seu pediatra.

VÍRUS SINCICIAL RESPIRATÓRIO (VSR)

Como Proteger seu Bebê da Bronquiolite · Guia para Pais e Cuidadores Referências: SBP · AAP · NICE · AEP · Harvard Medical School

Referências: SBP 2025/2026 · AAP · NICE · AEP · Harvard Medical School

O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é a principal causa de bronquiolite e de hospitalização por doença respiratória em bebês menores de 1 ano em todo o mundo. Entender como ele age, quais os sinais de alerta e como proteger seu filho é o objetivo deste guia.

1. O que é o Vírus Sincicial Respiratório?

O VSR (Vírus Sincicial Respiratório, do inglês Respiratory Syncytial Virus) é um vírus de RNA altamente contagioso que infecta o trato respiratório. Quase todas as crianças já foram infectadas pelo VSR até os 2 anos de vida — a primeira infecção é a mais grave.

Característica                           Dados Relevantes
Causa                                    Vírus Sincicial Respiratório — família Pneumoviridae
Principal doença em bebês                Bronquiolite (inflamação dos bronquíolos — pequenas vias
                                         aéreas dos pulmões)
Faixa etária mais vulnerável             Menores de 6 meses — risco máximo de doença grave e
                                         hospitalização
Pico de incidência                       Entre 2 e 5 meses de vida (primeira infecção)
Sazonalidade no Brasil                   Predomínio nos meses de maior circulação: fevereiro a
                                         agosto (varia por região)
Transmissão                              Gotículas respiratórias e contato direto com secreções; o
                                         vírus sobrevive em superfícies por até 6 horas
Período de incubação                     2 a 8 dias após o contato
Período de transmissão                   3 a 8 dias após o início dos sintomas (pode ser até 4
                                         semanas em imunossuprimidos)
Impacto global                           Principal causa de hospitalização por infecção respiratória
                                         em lactentes em escala mundial (Lancet, 2022)

2. Como a Doença Evolui — Do Resfriado à

Bronquiolite

A infecção pelo VSR começa como um resfriado comum e pode permanecer assim ou evoluir para bronquiolite nos lactentes. Reconhecer os estágios ajuda os pais a identificar o momento certo de buscar atendimento.

Fase                     Dias         Sintomas Típicos                             O que fazer
1 — Pródromo             Dias 1–      Coriza, espirros, congestão nasal            Cuidados em casa:
(resfriado)              3            leve, febre baixa ou ausente,                hidratação, soro nasal,
                                      tosse suave                                  higiene das vias aéreas
2 — Bronquiolite         Dias 3–      Tosse mais frequente, chiado                 Observação atenta;
leve                     5            (sibilância), respiração levemente           retornar ao pediatra se
                                      mais rápida, dificuldade leve para           não melhorar em 24–48
                                      mamar                                        h ou piorar
3 — Bronquiolite         Dias 4–      Frequência respiratória                      Atendimento de
moderada a               7            aumentada (> 60 ipm em RN; >                 emergência imediato
grave                                 50 em lactentes), retrações entre
                                      as costelas, recusa alimentar,
                                      saturação de O₂ < 94%, cianose
4—                       Dias 7–      Melhora progressiva; tosse pode              Manter cuidados de
Recuperação              14           persistir por 2–3 semanas                    suporte; retorno ao
                                                                                   pediatra para
                                                                                   reavaliação

A maioria dos casos (aproximadamente 80%) evolui de forma leve e pode ser manejada em casa com suporte. Os 20% restantes necessitam de atendimento hospitalar — e o reconhecimento precoce dos sinais de agravamento é decisivo.

3. Grupos de Maior Risco para Doença Grave

Todos os bebês podem ser infectados pelo VSR, mas alguns têm risco significativamente maior de desenvolver bronquiolite grave e necessitar de hospitalização:

Grupo de Risco                           Por que o Risco é Maior
Prematuros (< 35 semanas de              Pulmões imaturos, imunidade reduzida, vias aéreas
IG)                                      menores e mais colapsáveis
Recém-nascidos e lactentes <             Sistema imune ainda imaturo; qualquer infecção
3 meses                                  respiratória pode ser grave
Cardiopatias congênitas com              Reserva cardiopulmonar reduzida — qualquer infecção
repercussão hemodinâmica                 sobrecarrega o sistema
Displasia broncopulmonar                 Pulmões já comprometidos com menor capacidade de
(doença pulmonar crônica da              compensação
prematuridade)
Imunodeficiências congênitas             Incapacidade de controlar a replicação viral; doença mais
ou adquiridas                            prolongada e grave
Grupo de Risco                           Por que o Risco é Maior
Síndrome de Down                         Hipotonia muscular, vias aéreas menores, maior risco de
                                         apneia e infecção secundária
Fibrose cística                          Comprometimento pulmonar crônico com muco espesso
                                         — infecção viral agrava quadro base
Doenças neuromusculares                  Tosse ineficaz e dificuldade de proteger as vias aéreas de
                                         secreções
Anomalias congênitas das vias            Obstrução anatômica pré-existente agrava o quadro
aéreas                                   obstrutivo viral
Ambiente com tabagismo                   A fumaça do tabaco danifica o epitélio respiratório,
passivo                                  aumentando a suscetibilidade e a gravidade

4. Transmissão e Prevenção Não Farmacológica

As medidas de prevenção não farmacológica são eficazes, gratuitas e devem ser adotadas por toda família, independentemente do uso do Nirsevimabe ou vacinação materna.

4.1 Mecanismos de Transmissão

virais no ar — distância efetiva de até 2 metros.

nas mãos por 30 minutos — tocar olhos, nariz ou boca após contato com superfície contaminada transmite o vírus.

em contato com secreções pode veicular o vírus.

4.2 Medidas de Prevenção Recomendadas (SBP / AAP / NICE)

Medida                    Como Fazer                                      Eficácia
Higiene das mãos          Lavar com água e sabão por 20                   Alta — reduz
                          segundos ou usar álcool gel 70%                 transmissão de
                          antes de tocar o bebê — após                    todos os vírus
                          qualquer contato externo                        respiratórios
Evitar                    Nos primeiros 3 meses e durante a               Alta — reduz
aglomerações              sazonalidade: evitar shoppings,                 exposição ao vírus
                          transporte público, festas e
                          ambientes fechados
Limitar visitas nos       Visitantes com sintomas                         Alta — a maioria dos
primeiros meses           respiratórios devem adiar a visita;             casos graves é
                          quem tocar o bebê lava as mãos                  adquirida de adultos
                          antes                                           do convívio próximo
Medida                    Como Fazer                                      Eficácia
Amamentação               Leite materno transfere anticorpos              Moderada a alta —
exclusiva                 IgA secretória que protegem as                  efeito protetor bem
                          mucosas respiratórias                           documentado
Evitar tabagismo          Proibir fumo dentro de casa e no                Alta — fator de risco
passivo                   carro — a fumaça danifica o epitélio            independente para
                          respiratório                                    VSR grave
Higiene das               Limpar brinquedos e superfícies que             Moderada
superfícies               o bebê toca com álcool 70%; VSR
                          sobrevive em superfícies por até 6
                          horas
Irmãos em creche          Reforçar higiene das mãos ao                    Moderada — reduz
ou escola                 chegar em casa, antes de tocar o                transmissão
                          bebê                                            domiciliar

5. Proteção Farmacológica — Nirsevimabe e Vacina

Materna

5.1 Nirsevimabe (Beyfortus®) — Anticorpo Monoclonal

O Nirsevimabe é um anticorpo monoclonal de ação prolongada que confere imunidade passiva contra o VSR — NÃO é uma vacina, mas funciona como se anticorpos protetores fossem diretamente injetados no bebê, oferecendo proteção imediata.

Aspecto                           Informação
O que é                           Anticorpo monoclonal IgG1 recombinante que bloqueia a
                                  proteína F do VSR — impede a entrada do vírus nas células
                                  respiratórias
Aprovação no Brasil               ANVISA — outubro de 2023; incorporado ao calendário SBP em
                                  2025/2026
Eficácia comprovada               Redução de 74–79% nas hospitalizações por bronquiolite grave
                                  (ensaios MELODY e HARMONIE); efetividade em vida real de
                                  70–90% (França, Espanha, EUA)
Quem deve receber                 Todos os RN e lactentes < 8 meses na 1.ª temporada do VSR
                                  (SBP 2025/2026); grupos de risco até 24 meses na 2.ª
                                  temporada
Dose e via                        Peso < 5 kg: 50 mg IM (dose única); Peso maior ou igual a 5 kg:
                                  100 mg IM (dose única). Grupos de alto risco: 200 mg (duas
                                  injeções de 100 mg simultâneas)
Quando aplicar                    O mais precocemente possível — idealmente na maternidade
                                  antes da alta; pode ser aplicado a qualquer momento
Duração da proteção               Aproximadamente 5 meses (meia-vida longa — diferente do
                                  palivizumabe que exige dose mensal)
Aspecto                           Informação
Aplicação com vacinas             Sim — pode ser administrado no mesmo dia que qualquer
                                  vacina pediátrica de rotina, em locais diferentes
Disponibilidade SUS               Grupos de risco (prematuros e comorbidades) desde 2025;
                                  expansão em avaliação
Disponibilidade privada           Disponível em clínicas de vacinação privadas; ANS obrigou
                                  cobertura para prematuros desde maio/2025

5.2 Vacina Materna contra VSR (Abrysvo®)

A vacinação da gestante no 3.º trimestre produz anticorpos que são transferidos ao bebê pela placenta, conferindo proteção nos primeiros meses de vida.

Aspecto                           Informação
Tipo                              Vacina de proteína recombinante (não contém vírus vivo) —
                                  segura na gestação
Quando aplicar                    32–36 semanas de gestação — permite transferência adequada
                                  de anticorpos pela placenta
Eficácia                          Redução de 57% nas hospitalizações por bronquiolite grave nos
                                  primeiros 6 meses de vida (ensaio MATISSE, N Engl J Med
                                  2023)
Aprovação no Brasil               ANVISA — aprovada; disponível em clínicas privadas
Gestante vacinada —               Em geral não, para bebês saudáveis a termo. Exceções:
precisa do Nirsevimabe            prematuro < 35 sem, cardiopatia, imunossupressão, mãe
no bebê?                          vacinada < 14 dias antes do parto
Recomendação                      Duas estratégias equivalentes para bebês saudáveis: vacina
SBP/SBIm                          materna OU Nirsevimabe. Para grupos de alto risco:
                                  Nirsevimabe sempre, independente da vacinação materna

5.3 Comparativo das Estratégias de Proteção

Estratégia                    Quem recebe               Quando                     Eficácia VSR          SUS
                                                                                   grave
Nirsevimabe (bebê)            RN e lactentes < 8        Ao nascer ou a             74–90%                Grupos de risco
                              meses                     qualquer momento
                                                        no 1.º ano
Vacina materna                Gestante 32–36            3.º trimestre              57% nos               Não (rede
(Abrysvo)                     semanas                                              primeiros 6           privada)
                                                                                   meses
Palivizumabe (antigo)         Prematuros e alto         Mensal, sazonal            50–80%                Sim — grupos
                              risco                                                                      específicos
Estratégia                    Quem recebe               Quando                     Eficácia VSR          SUS
                                                                                   grave
Amamentação                   Todos os                  Do nascimento aos          Redução               Gratuita
exclusiva                     lactentes                 6 meses+                   moderada da
                                                                                   gravidade
Medidas não                   Todos                     Permanente                 Redução de            Gratuita
farmacológicas                                                                     exposição

6. O que Recomendam as Principais Sociedades

Pediátricas

Sociedade                         Recomendação Principal sobre VSR/Nirsevimabe
SBP — Sociedade                   Nirsevimabe indicado para TODOS os RN e lactentes < 8 meses
Brasileira de Pediatria           na 1.ª temporada do VSR, o mais precocemente possível.
(2025/2026)                       Grupos de alto risco: dose de 200 mg. Vacina materna como
                                  alternativa equivalente para bebês saudáveis a termo.
SBIm — Sociedade                  Nirsevimabe pode ser aplicado independente da sazonalidade,
Brasileira de                     simultaneamente com vacinas de rotina. Grupos de risco:
Imunizações (2025)                indicado até 24 meses na 2.ª temporada.
AAP — American                    Nirsevimabe recomendado para todos os lactentes < 8 meses
Academy of Pediatrics             na 1.ª temporada do VSR, e para grupos de alto risco até 24
(2024)                            meses na 2.ª temporada. Vacina materna como opção
                                  equivalente para bebês a termo saudáveis.
NICE — National                   Aprovação e implementação do Nirsevimabe no programa
Institute for Health and          nacional de saúde do Reino Unido para todos os lactentes na 1.ª
Care Excellence (RU,              temporada. Prioridade para grupos de risco quando há limitação
2024)                             de estoque.
AEP — Asociación                  Espanha implementou programa nacional de Nirsevimabe para
Española de Pediatría             todos os lactentes na 1.ª temporada em 2023/2024, com
(2024)                            efetividade em vida real de 82–83% contra hospitalizações. AEP
                                  recomenda a universalização.
Harvard Medical School            O VSR é a principal ameaça respiratória no 1.º ano de vida;
(2024)                            Nirsevimabe representa avanço sem precedentes na prevenção
                                  — combinar com amamentação, evitar tabagismo passivo e
                                  higiene das mãos como estratégia integrativa.

7. Cuidados em Casa — Bronquiolite Leve

7.1 Medidas de Suporte Recomendadas (SBP / AAP / NICE)

antes das mamadas e do sono; aspirar suavemente com bulbo nasal se necessário.

colocar travesseiro sob o colchão (nunca dentro do berço).

bebê demonstrar desconforto. Nunca AAS. Ibuprofeno somente a partir dos 6 meses.

incenso no ambiente.

7.2 O que NÃO Fazer — Medidas sem Evidência ou Prejudiciais

Prática                               Por que Evitar
Antibióticos                          A bronquiolite é viral — antibióticos não têm efeito e
                                      aumentam a resistência bacteriana. Indicados apenas se
                                      infecção bacteriana secundária comprovada
                                      (SBP/AAP/NICE)
Broncodilatadores                     Não têm eficácia comprovada na bronquiolite por VSR —
(salbutamol/nebulização)              AAP e NICE recomendam NÃO usar rotineiramente. Só
                                      mantidos se houver resposta clara após teste pelo médico
Corticoides inalatórios ou            Sem benefício comprovado na bronquiolite aguda
orais                                 (AAP/NICE/SBP) — não devem ser usados de forma
                                      rotineira
Solução hipertônica                   Apenas em ambiente hospitalar para pacientes internados;
nebulizada (NaCl 3%)                  não recomendada para uso domiciliar (NICE 2021)
Xaropes para tosse e                  Contraindicados em crianças < 2 anos — sem eficácia e com
descongestionantes                    potencial de efeitos adversos graves
Posição prona para dormir             Contraindicada — mantém o risco de morte súbita. Decúbito
como manobra de alívio                dorsal sempre, mesmo na bronquiolite

8. Sinais de Alerta — Buscar Atendimento de

Emergência Procure a emergência pediátrica imediatamente se observar qualquer um dos seguintes sinais:

Sinal de Alerta                                           O que Significa
Frequência respiratória > 60 resp/min em                  Taquipneia — o bebê está se esforçando
RN; > 50 em lactentes                                     para respirar
Retrações (tiragem) — afundamento visível                 Sinal de esforço respiratório grave — usa
entre as costelas, no pescoço ou abaixo do                músculos acessórios para respirar
esterno ao respirar
Sinal de Alerta                                           O que Significa
Batimento de asas do nariz (narinas abrindo               Sinal de desconforto respiratório — busca de
e fechando ritmicamente)                                  mais ar
Gemido expiratório (som ao soltar o ar)                   Sinal de insuficiência respiratória iminente
Cianose — coloração azulada em lábios,                    Hipoxemia grave — emergência absoluta,
língua ou extremidades                                    acionar SAMU 192
Saturação de oxigênio < 94% (se houver                    Hipoxemia — necessidade de oxigênio
oxímetro em casa)                                         suplementar
Apneia — pausa respiratória > 10–15                       Emergência — acionar SAMU 192
segundos                                                  imediatamente
Recusa alimentar completa — 2 ou mais                     Sem energia para mamar — risco de
mamadas seguidas recusadas                                desidratação e agravamento
Letargia intensa — bebê muito quieto, sem                 Sinal de comprometimento sistêmico grave
reação ao ambiente, difícil de acordar
Febre > 38 °C em bebê < 3 meses com                       Nessa faixa, toda febre com sintoma
qualquer sintoma respiratório                             respiratório é urgência

Se o bebê apresentar cianose, apneia ou nível de consciência alterado: ligue imediatamente para o SAMU (192) e inicie ressuscitação cardiopulmonar básica se necessário enquanto aguarda socorro.

9. Quando é Necessária a Hospitalização

Cerca de 1–3% dos bebês com bronquiolite por VSR necessitam de internação. Os critérios incluem:

O tratamento hospitalar é de suporte: oxigênio suplementar, hidratação (sonda ou endovenosa se necessário), aspiração das vias aéreas, monitorização contínua. Casos graves: oxigenoterapia de alto fluxo (OAF), CPAP ou ventilação mecânica.

10. Resumo — O que Fazer para Proteger seu Bebê

Ação                                     Quando                            Quem realiza
Nirsevimabe (Beyfortus) —                Ao nascer ou o mais               Pediatra / clínica de vacinação
dose única                               cedo possível no 1.º ano
                                         de vida
Vacina materna VSR                       Gestante 32–36                    Obstetra / clínica de vacinação
(Abrysvo) — alternativa ao               semanas de gestação
Nirsevimabe
Cocooning: mãe, pai, avós,               Antes do nascimento do            Toda a família
irmãos — dTpa + influenza +              bebê
COVID-19
Amamentação exclusiva até 6              Do nascimento                     Mãe — com suporte da equipe
meses
Higiene rigorosa das mãos                Sempre, especialmente             Todos os cuidadores e
antes de tocar o bebê                    na sazonalidade do VSR            visitantes
                                         (fev–ago)
Evitar aglomerações e visitas            Nos primeiros 3 meses e           Pais — orientar a família
de pessoas com sintomas                  durante a sazonalidade
respiratórios
Eliminar tabagismo passivo do            Sempre                            Toda a família
ambiente domiciliar
Conhecer os sinais de alerta             Antes do nascimento —             Pais e cuidadores
da bronquiolite                          consulta pré-natal
                                         pediátrica
Ter pediatra definido e número           Antes da alta da                  Pais
de emergência anotado                    maternidade

Referências Bibliográficas

2025/2026. Departamentos Científicos de Imunizações e Infectologia, outubro de 2025.

de uso. Atualização 2025.

Management, and Prevention of Bronchiolitis. Pediatrics, 2014 (revisado 2023).

diagnosis and management [NG9]. London: NICE, 2021.

London: NICE, 2024.

nirsevimab frente a la infección por VRS. An Pediatr, 2023.

Health Publishing, 2024.

Term Infants (MELODY Trial). N Engl J Med, 2022; 386:837–846.

in Infants (MATISSE Trial). N Engl J Med, 2023; 388:1451–1464.

children. Lancet, 2022; 399:2047–2064.

Este documento é de uso educativo e não substitui a consulta médica individualizada.